A Cassi acaba de implementar a metodologia DRG Brasil, sigla em inglês para Grupos de Diagnósticos Relacionados, em mais um passo importante na modernização de sua gestão de saúde. A iniciativa é muito mais do uma ferramenta tecnológica. Representa uma mudança de paradigma na forma como a Cassi acompanha a vida do paciente, combate desperdícios e garante a sustentabilidade do plano a longo prazo.
“A implementação do DRG não é apenas sobre tecnologia, é sobre descomplicar a vida do nosso participante e garantir que cada recurso investido se transforme em saúde de qualidade. Estamos utilizando dados e inteligência para humanizar o atendimento e combater falhas sistêmicas que geram desperdício. Nosso compromisso é com a entrega de valor: um cuidado mais seguro, eficiente e sustentável, que coloca a Cassi na vanguarda da gestão assistencial no Brasil”, destaca Alberto Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com o Cliente
O que é o DRG e como ele funciona
O DRG é um sistema de classificação de pacientes hospitalares que agrupa casos com características clínicas semelhantes e consumos de recursos comparáveis. Em vez de olhar para eventos isolados, a nova metodologia permite uma visão sistêmica da complexidade de cada paciente, considerando diagnósticos, idade e procedimentos realizados.
Na prática, a metodologia transforma dados brutos em indicadores de valor, permitindo que a Cassi compare a eficiência e os desfechos clínicos entre diferentes hospitais e profissionais.
Os benefícios da nova metodologia
“A partir do segundo semestre deste ano, teremos um novo aparato para gerir as despesas assistenciais por meio de um esforço coletivo que envolve toda a instituição. O DRG será o elo que conecta todas as soluções que estamos desenvolvendo. As equipes de saúde e risco populacional terão papel fundamental tanto na implantação quanto na condução das mudanças assistenciais, contando também com o peso estratégico das áreas de negociação e regulação. A equipe da GEO tem sido o ‘cérebro’ no modelo de implantação dessa solução, com a aplicação de um framework moderno e prático. Estamos muito satisfeitos com o avanço do trabalho”, explica o diretor Alberto Junior.
A adoção do DRG traz ganhos fundamentais para a operação e para o participante:
▪ Combate ao desperdício: estima-se que mais de 50% dos custos assistenciais hospitalares decorrem de falhas de organização ou má qualidade. O DRG atua diretamente na gestão da permanência, evitando que o paciente fique internado além do necessário por falhas de processo.
▪ Segurança do paciente: com o monitoramento em tempo real e a auditoria clínica concorrente, a jornada intra-hospitalar torna-se mais segura, reduzindo o risco de reinternações evitáveis e eventos adversos.
▪ Remuneração por valor: a metodologia permite migrar do modelo tradicional (baseado em volume) para um modelo de entrega de valor, onde parceiros e médicos são reconhecidos pela eficiência e pelos melhores resultados de saúde entregues ao paciente.
▪ Visão 360°: a integração dos dados hospitalares com a atenção primária garante a continuidade do cuidado, fortalecendo o modelo assistencial da CASSI.
A médio e longo prazos o DRG consolidará a Cassi como uma autogestão de referência em eficiência operacional e excelência clínica. Ao otimizar o uso de leitos (especialmente em UTIs e áreas materno-neonatais) e reduzir custos desnecessários, a Instituição assegura recursos para investir no que realmente importa: a saúde e o acolhimento de seus participantes.
Assista ao vídeo para saber mais a nova metodologia:










